07/04/2026 - Jaguarão - Colônia del Sacramento
- Arthur Hoppe Francisco

- May 20
- 1 min read

Chuva! Mais chuva!
Previsão de chuva e confirmação de chuva!
O ser humano olha previsões para negá-las! Ou exagerá-las! Ou contradizê-las! Ou mesmo passar o tempo!
… aceitar o inevitável é algo fora da cachola daquele ser imortal, ou que pelo menos assim se acha. Mecanismo natural de preservação da espécie… negar o óbvio!
Mapas de precipitação por hora e localização… inútil… pois pode estar errado e vamos passar exatamente naquela brecha sem nuvens, naquele exato horário e naquela exata localização!!!! Óbvio!
Nuvens para todo o lado com uma brecha de luminosidade. A gente diz: é por ali… e ficamos empurrando a estrada em direção à brecha sem chuva (se contorcendo na moto) como se ela fosse móvel!
Naqueles breves momentos que a chuva acalma, paramos e discutimos o quanto temos uma parte do corpo seca, e omitimos todas as outras ensopadas. E insistimos que com o vento já estamos “quase secos”! Precisaríamos do tufão do Mágico de Oz para secar as cuecas pendurados numa ponte!
Assim, perdemos os breves instantes de calmaria da tormenta discutindo inutilidades. E voltamos para a estrada no momento exato para tomar mais água. Muita água!
Nada como conversas aleatórias, sem fundamentos ou sentido, com réplicas mais irracionais e risadas… para manter uma amizade eterna.
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